Programação

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SINOPSE DAS PALESTRAS

1. Cena e feminismos latino-americanos: subjetividades como zonas de confronto – Stela Fischer (SP)

Contexto do teatro e performance de mulheres artistas latino-americanas, com a prerrogativa de criação de atos estéticos que induzem expressões de subjetividades políticas. Serão abordados exemplos de práticas artísticas e ativistas que tomam as questões de gênero e aspectos das atuais teorias feministas como premissas criativas.

2. Clowns de Shakespeare, o teatro nordestino e o projeto latino (-) americano – Fernando Yamamoto (RN)

A partir de 2014 os Clowns de Shakespeare se dedicou ao projeto latino(-)americano, que abrange a construção de espetáculos, ações formativas e intercâmbios com grupos do continente. Esse processo encontra ecos em outras experiências com essa inclinação à pesquisa do universo latino-americano que começam a ganhar cada vez mais força na região nordeste. A partir desse contexto, a palestra aborda as motivações e os desdobramentos políticos gerados nesse movimento.

3. Modus operrante – procedimentos estratégicos para jogos, intervenção urbana e teatro situacional nas ruas – Pedro Bennaton (SC)

As ações político-artísticas podem ter potência e eficácia quando colocam em prática o uso de procedimentos estratégicos como observação, incorporação, deslocamento, ocupação, invasão, a falta de alguém e a invisibilidade em performances nas ruas pelo contato direto com as pessoas de todos os tipos e sua possibilidade de construção de um real coletivo em modo contínuo. 

4. Desafios do teatro político contemporâneo – Rafael Villas Bôas (DF)

Análise, em perspectiva histórica, dos limites, avanços e desafios da produção, organização e circulação do Teatro Político contemporâneo, a partir de análise comparativa com a experiência dos anos 1960, no Brasil, anterior ao ciclo de vinte e um anos de regime autoritário que se instalou no país com a ditadura empresarial-militar. Contradições das relações entre coletivos de teatro político, movimentos sociais e universidades. E avaliação das perspectivas de constituição de redes que articulem esses polos, como a recém-criada Rede Internacional Teatro e Sociedade.

5. Cenas de Rua – José Fernando de Azevedo (SP)

De Piscator a Brecht, mas também autores como Artaud e Stein, estabeleceram, como modelos para o seu teatro, uma “cena de rua”. Em cada um dos casos, a cena enuncia a sua política. O teor programático do modelo brechtiano impõe uma pergunta: quais as nossas  “cenas de rua”, hoje? Do coração da pólis às periferias da metrópole, se “todo teatro é político”, quando o teatro é, ainda uma vez, teatro político? 

6. MESA REDONDA: Políticas, engajamentos e identidades na cena belorizontina (BH)

Discussão sobre a cena belorizontina atual a partir dos diálogos e relações com o contexto social e político brasileiro contemporâneo, mapeando e refletindo sobre urgências temáticas e suas implicações nas ações e experimentações estéticas. A mesa será composta por artistas e pesquisadores locais e aberta para debate com o público.

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